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O amor próprio.

Um homem pobre deve continuar a sê-lo se, para enriquecer tiver que usar como armas a fraude e a deslealdade; deve preferir estar sem emprego e sem poder se para isto tiver que mendigar posições, deve preferir a dor das esperanças frustradas à realiza-las a custa de adulações; deve renunciar ao benévolo aperto de mão se para isso tiver que se humilhar e se arrastar; deve envolver-se na própria virtude, procurar o pão cotidiano e um amigo verdadeiro. Se os seus cabelos se fizerem brancos sem que a sua honra tenha uma mancha, deve agradecer aos céus e morrer tranquilo. Todos os direitos reservados á autora: Ana Claudia Nardiello.

Persistência

" Pelo pensamento, o homem pode viver na sombra e na luz, ser feliz ou infeliz, são ou enfermo. O homem é o produto daquilo que pensa, com a condição de pensar com força, vontade e persistência " Todos os direitos reservados. À autora Ana Claudia Nardiello

Sonhar não basta, é necessário atitude.

O idealismo necessário é conciliar o ideal com a realidade, o propósito com a ação. Sonhar, porém sonhar acordado, ar alento aos seus sonhos, mas ter fé neles, cariciar esse sonhos, mas esforçar-se por efetivá-los. O idealismo, esse dom que impele o olhar para o alto e para frente, estimula as nossas aspirações e favorece nossos desejos de progressos e perfeição. Conforme sonharmos assim será nossa vida. Uma obra grandiosa é moldada e realizada pelo modelo que se revelou no momento da nossa suprema inspiração. Todos os direitos reservados à autora Ana Claudia Nardiello

Somos senhores de nós mesmos.

No curso da longa e pedregosa estrada do labor humano, pode-se chegar ao cume da montanha da liberdade que os raios de sol doiram de claridade e de luz Muitos de nós tropeçamos por essa estrada. Existe, todavia um atalho mais ou menos através dos terrenos do retiro calmo e da contemplação divina, e que é conhecido das poucas grandes almas deste mundo. Não nos falta o poder de quebrarmos as cadeias, o que nos falta são a coragem, a habilidade, a tenacidade etc. Nenhum agente externo é capaz de nos impedir, nenhum homem é capaz de nos escravizar; somos julgados pelos nossos próprios preconceitos, condenados pela nossa própria fraqueza, encarcerados pela nossa própria ignorância. Ninguém é senhor de nós senão naquilo em que é senhor de si mesmo, e as correntes que arrastamos conosco são justamente aquelas que havemos ajustado às nossas próprias limitações. E ao apercebermo-nos desta realidade, convertemo-nos em força o protesto que sentimos na alma. Todos os direitos reservados à au...