No curso da longa e pedregosa estrada do labor humano, pode-se chegar ao cume da montanha da liberdade que os raios de sol doiram de claridade e de luz Muitos de nós tropeçamos por essa estrada. Existe, todavia um atalho mais ou menos através dos terrenos do retiro calmo e da contemplação divina, e que é conhecido das poucas grandes almas deste mundo. Não nos falta o poder de quebrarmos as cadeias, o que nos falta são a coragem, a habilidade, a tenacidade etc. Nenhum agente externo é capaz de nos impedir, nenhum homem é capaz de nos escravizar; somos julgados pelos nossos próprios preconceitos, condenados pela nossa própria fraqueza, encarcerados pela nossa própria ignorância. Ninguém é senhor de nós senão naquilo em que é senhor de si mesmo, e as correntes que arrastamos conosco são justamente aquelas que havemos ajustado às nossas próprias limitações. E ao apercebermo-nos desta realidade, convertemo-nos em força o protesto que sentimos na alma. Todos os direitos reservados à au...