No curso da longa e pedregosa estrada do labor humano, pode-se chegar ao cume da montanha da liberdade que os raios de sol doiram de claridade e de luz
Muitos de nós tropeçamos por essa estrada. Existe, todavia um atalho mais ou menos através dos terrenos do retiro calmo e da contemplação divina, e que é conhecido das poucas grandes almas deste mundo.
Não nos falta o poder de quebrarmos as cadeias, o que nos falta são a coragem, a habilidade, a tenacidade etc. Nenhum agente externo é capaz de nos impedir, nenhum homem é capaz de nos escravizar; somos julgados pelos nossos próprios preconceitos, condenados pela nossa própria fraqueza, encarcerados pela nossa própria ignorância.
Ninguém é senhor de nós senão naquilo em que é senhor de si mesmo, e as correntes que arrastamos conosco são justamente aquelas que havemos ajustado às nossas próprias limitações. E ao apercebermo-nos desta realidade, convertemo-nos em força o protesto que sentimos na alma.
Todos os direitos reservados à autora Ana Claudia Nardiello.
Entre hoje mesmo na luta. Não espere que as circunstâncias os arrastem, fazendo-o mudar de rumo; antecipe-se os contratempos e prepare-se para sentir menos a depressão pelas emoções, que tem sua origem no temor. Prepare-se para enfrentar tudo, tanto as adversidades, como as coisas propicias: o tempo bom e o tempo adver- so. Não se esqueça de que a vida compreende um con- Junto variadissimo de experiências, todas elas chelas de ensinamentos. Luta e confia. Confia sempre!
Comentários
Postar um comentário