Durante anos
nós permitimos pensar que todos os nossos problemas poderiam ser resolvidos
pela ciência. Nós nos enganamos com a ideia de que mais conhecimento, mais
tecnologia e mais ciência forneceriam as respostas. Mas, por mais valiosos que
sejam o conhecimento e a ciência, eles não mudaram a natureza de nossos
problemas, pois muitos deles estão dentro do coração dos homens – problemas de
conduta humana e comportamental social.
Embora essas
dificuldades nos cheguem com roupagens modernas, elas são os mesmos velhos
problemas que sempre assolaram a humanidade: a cobiça, a luxuria, o desejo de domínio
sobre os outros, orgulho.
Se queremos
ter uma sociedade melhor, ela não vai ser montada em laboratórios ou por
computadores. Ela vai ser fabricada no coração dos homens. Vai ser encontrada
em sete palavras simples, pronunciadas há muito tempo: “... ama teu próximo
como a ti mesmo...” Este mandamento é o cerne do comportamento humano correto,
e todas as ciências não conseguem reduzir seu potencial de impacto.
Como seria
simples a lição, se apenas nós a aprendêssemos!
Sete
palavras, que se corretamente aplicadas, poderiam remover a maior parte da
angústia dos relacionamentos humanos.
Mas por que
esta lição é tão difícil de aprender?
Talvez por
que busquemos as respostas fora de nós, em vez de primeiramente procura-las em
nossos próprios corações. Se queremos começar a mudar o mundo, temos que
começar conosco – e é também aí que pode ser encontrada a verdadeira
felicidade. Talvez a dificuldade dessa grande lição seja a sua simplicidade: “...
ama teu próximo como a ti mesmo...” Esta mensagem é clara, e fácil
compreende-la, mas o desafio é segui-la.
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