As lembranças que temos nos mostram obrigatoriamente como os anos passam depressa, como uma estação que se segue a outra rapidamente, como alguns dias são cheios de felicidade enquanto outros são carregados de dor. Porque nossos dias passam depressa, é importante que vivamos cada um deles inteira, significativa e honestamente.
Os momentos honestos acrescentam significado à vida. Os momentos desonestos quase sempre diminuem a plenitude da vida, e costumam ser aqueles que recordamos com lágrimas, não com felicidade. E com muita frequência são os momentos que começaram com uma simples inverdade.
Quando mentimos, estamos poluindo nossos recursos físicos quando descuidadamente jogamos lixo no chão. Qualquer poluição é maléfica. Qualquer mentira é desonesta. Não existe a “mentira permissível”.
No entanto, um recente artigo contava como nossos conterrâneos “Encobrem” atividades questionáveis através do uso assim chamadas “mentirinhas”. E a parte triste do artigo é que ele faz essas mentiras soarem perfeitamente comuns e aceitáveis. Mas é aceitável um empregado fingir doença quando quer ter um dia de folga? Ou um estudante inventa uma história para fugir a um exame? É aceitável quando um publicitário confessadamente exagera na propaganda de um produto para fazê-lo parecer melhor? Quando um repórter propositalmente encobre fatos importantes, ou um funcionário público escreve relatórios falsos ou enganosos?
Quando essas coisas acontecem – e elas acontecem – não é de se espantar que os políticos caiam em armadilhas como a que ficou conhecida como o caso “Watergate”.
Talvez, se algum bem há de vir dos acontecimentos dos últimos meses em Washington é a lembrança de que todos nós devemos retornar à honestidade. A veracidade tem que ser constante e tornar-se uma parte de nossa vida – sempre.
E se for assim ela poderá aperfeiçoar a qualidade de vida para todos.
Sim, uma vida honesta passa tão depressa quanto uma vida desonesta, mas os momentos felizes das memórias verdadeiras têm mais probabilidades de estarem cheios de felicidade do que lágrimas.
Comentários
Postar um comentário